Segundo Gary Anderson, falta potência ao motor Mercedes que permita à equipa colocar mais asa no seu monolugar. Depois de em 2014 a Mercedes tenha sido a equipa que melhor interpretou os novos regulamentos, desta feita não foi.
Como se sabe, todos os fabricantes têm novas unidades motrizes em 2022, e estas têm que durar até ao final de 2025, sendo que a maioria das peças estão ‘congeladas’ no seu desenvolvimento. Só o MGU-K (armazena energia) terá que ser homologado até setembro.
Portanto este foi, depois de 2014, o ano em que era mais importante acertar na ‘nova’ unidade de potência. E a Mercedes falhou. E tem pouco latitude para resolver a questão…
E nesse particular estamos a ver a Red Bull e a Ferrari com melhores possibilidades de gerir as asas, porque os seus motores são mais potentes. É no mínimo irónico chegarmos a este ponto e percebermos que a Mercedes começa a perder… devido ao motor.
Resumindo muito a questão, enquanto a Red Bull e a Ferrari podem ‘carregar’ o downforce oriundo das asas ou aligeirá-lo tendo em conta as pistas, a Mercedes tem menos latitude nesse aspeto e isso justifica onde se encontram para já.
Como se sabe há muito, só uma uma coisa permanente na Fórmula 1, que é a mudança…












