As mulheres ainda são muito pouco representadas no mundo do desporto motorizado. Se em algumas categorias já vemos mulheres a imporem-se, como no caso do WEC, na F1 essa realidade ainda está muito distante. Max Verstappen falou dessa questão.
Em declarações ao RacingNews365, Verstappen reconheceu que a baixa percentagem de mulheres que competem leva a que seja ainda mais complicado para o sexo feminino ser representado no Grande Circo. Verstappen acredita que se uma mulher conseguir ser tão rápida quanto as melhores, terá a sua oportunidade:
“Naturalmente, para as mulheres, é ainda mais difícil [chegar à F1], porque há menos mulheres. Penso que conduzir um F1 fisicamente em alguns sítios é bastante difícil, mas penso que tudo é treinável se trabalharmos arduamente para isso – mas é naturalmente um pouco mais difícil para uma mulher”, acrescentou. “Mas se tiveres talento suficiente, então é claro que é possível. Não creio que os chefes de equipa sejam pessoas que tomam decisões sobre a escolha dos seus pilotos: ‘Oh, não, nós só escolhemos homens’. Se houver uma mulher que está a ganhar a todos os outros, então, naturalmente, ela terá a oportunidade de chegar à Fórmula 1. É que há menos mulheres no desporto e, naturalmente, a percentagem de mulheres que chegam ao topo é menor.”












Mas há muitos pilotos na F1 que não estiveram a ganhar a todos os outros…
“ganhar a todos os outros” entenda-se como “andar muito bem”, coisa que desde a Michele Mouton nos ralis não me lembro que tenha acontecido…
Jutta Kleinschmidt também “andava muito bem”
É uma viragem de 180 graus face ao que declarou quando estava na Toro Rosso. Normalmente,as pessoas evoluem, pode ser que ele tenha mudado de opinião.
Agora, o que não é opinião, mas sim um facto, é que a propósito do “gender pay gap” , ou seja, a diferença salarial entre homens e mulheres a paridade de trabalho, a Ferrari recebeu a certificação “Equal Salary” por ter chegado ao “zero”, sendo até a 1a a nível mundial do sector do luxo.
Juntando estas bonitas palavras inglesas à palavra Ferrari, dá-se um doce a quem encontrar esta notícia no universo motorsport.com
Depois da saudosa Lella Lombardi nunca mais apareceu nenhuma com capacidade para a F-1 … talvez a Dana Patrick se fosse mais criteriosa a gerir a carreira… mas da maneira como está o mundo atual , um dia destes talvez sigam o exemplo da Miss Portugal 2023 e assim talvez uma mulher chegue a F-1 dessa forma….