Mattia Binotto reconheceu que não teria contratado Lewis Hamilton, se ainda estivesse na Ferrari. O antigo chefe de equipa da Ferrari, regressou à Fórmula 1 como chefe do projeto de F1 da Audi, encarregado de transformar a base da Sauber na sede da Audi antes da sua entrada em 2026.
Binotto está entusiasmado com o desafio de começar do zero, comparando a situação atual da Audi com os primeiros dias da Ferrari em 1995, onde tudo precisava de ser construído ou reconstruído. Ele admite que o sucesso levará tempo, com a Audi a precisar de expandir a sua força de trabalho e investir em talento, com o objetivo de ser competitiva até 2030.
“Sentia falta das corridas, sentia falta do conceito de equipa. Aceitei voltar porque estou a começar de uma folha de papel completamente em branco. É esse o encanto do desafio A diferença [comparando com o que viveu na Ferrari] é imensa em tudo, desde o tamanho às ferramentas. No entanto, encontro muitas semelhanças com a Ferrari dos meus inícios em 1995. É uma empresa onde tudo tinha de ser construído ou reconstruído”.
Binotto também falou sobre potenciais pilotos, confirmando que Mick Schumacher está a ser considerado para a equipa da Audi. O italiano reconheceu que não teria contratado Lewis Hamilton para a Ferrari, explicando que o foco da Ferrari a longo prazo era Charles Leclerc como o seu principal talento.
Quando Binotto foi questionado sobre a decisão do sete vezes campeão mundial de F1 Lewis Hamilton de se juntar à Ferrari: “Não, eu não o teria levado para a Ferrari. O talento é Leclerc, e penso que é ele que deve ser acompanhado até ao objetivo de alguma forma”.












