A Ferrari pode não ter conseguido vencer na Arábia Saudita tal como fez no Bahrein, mas a Scuderia teve o seu melhor início de temporada de F1 desde 2004.
Segundo lugar para Leclerc e terceiro para Sainz deram-lhes 33 pontos, deixando-os 40 à frente da segunda classificada no campeonato de construtores, que é a Mercedes. Foi a primeira vez que ambos os monolugares subiram ao pódio em corridas consecutivas desde 2019.
Charles Leclerc já marcou mais pódios em 2022 do que em todo o ano de 2021 e Carlos Sainz, foi o seu terceiro pódio consecutivo. A Ferrari tem o ‘momentum’ e está a tirar o máximo partido de um pacote que parece ser competitiva o suficiente para lutar pelos títulos mundiais.
Em Jidá, a luta entre Charles e Max Verstappen foi extremamente próxima e na bandeira axadrezada o monegasco terminou em segundo, apenas 549 milésimos de segundo atrás do neerlandês e, sem a bandeira amarela na curva 1 na penúltima volta, Leclerc poderia ter dado uma resposta ao campeão mundial reinante, que tinha aproveitado ao máximo o Virtual Safety Car quatro voltas mais cedo para chegar à frente do Ferrari.
Para Mattia Binotto: “Em Jidá todos nós fomos brindados com um grande espetáculo com dois fortes pilotos a lutar pela vitória. No final, não foi a nosso favor, mas mais uma vez fomos muito competitivos. Foi um grande início de temporada, com 78 pontos marcados nas duas corridas, de um possível total de 88. É definitivamente um número significativo e podemos estar muito satisfeitos com isso.
O Charles e o Carlos saíram-se bem e pensaram claramente, especialmente nos momentos chave, o que ajudou a trazer para casa o maior número de pontos possível. Alguns incidentes afetaram o resultado, mas tendo dito isto, parabéns a Max e Red Bull que foram muito fortes”, disse.










