Marcus Ericsson já não pontuava desde o GP de Itália de 2015, mas em Sakhir esteve ao seu melhor nível, superiorizando-se ao bem cotado Charles Leclerc na qualificação, ao assegurar o décimo sétimo lugar na grelha de partida.
Um bom arranque e uma corrida sólida e consistente, durante a qual teve de escolher bem a batalhas em que se empenhava devido a uma estratégia de apenas uma paragem nas boxes, guindaram-no para os pontos, beneficiando ainda dos abandonos que ocorreram à sua frente.
O resultado de Ericsson permitiu ainda que uma equipa com ‘Alfa Romeo’ na sua nomenclatura voltasse aos pontos desde o GP da Europa de 1984, disputado em Nurburgring: “É verdade que tive anos muito difíceis, mas trabalhei muito e tive desempenhos muitos bons em muitas corridas. Terminei no 11º lugar quatro vezes desde o GP da Itália de 2015, pelo que estive muito perto, mas sempre aconteceu qualquer coisa, um Safety Car ou outra coisa qualquer, quando estava perto de marcar pontos. Mas desta vez fui capaz, e foi um grande alívio, e sinto que tirei um grande peso dos ombros”.









