Lewis Hamilton não acredita que consiga bater os sete títulos mundiais de Michael Schumacher, mas revelou, também, que não é um objetivo. Hamilton venceu o seu quarto título esta temporada, e, em 2018, quer o quinto título, o que o colocaria em igualdade com outro ícone do desporto, Juan Manuel Fangio.
“Neste momento, não acho que seja possível bater o Michael. Tinha de conquistar mais quatro títulos… Levei dez anos para conquistar estes quatro que tenho. Também não tenho interesse em bater esse recorde. Mas atingir os títulos de Fangio seria bom. Sendo que vou estar aqui pelo menos mais dois anos, este é o meu objetivo. Quando estiver mais velho e olhar para trás, não acho que a quantidade de títulos vá definir que tipo de piloto eu fui ou que tipo de pessoa eu sou. Como eu trabalho com a equipa, como eu piloto o carro e tento sempre extrair o máximo, acho que é isso que sinto e é o que me define. Quando eu era jovem, pensava que já teria uma família com 28 anos. Mas quando cheguei a essa idade, era tudo diferente. É difícil dizer que nunca vou fazer isso ou aquilo”, disse o piloto da Mercedes.











Os êxitos do Schumacher só foram possíveis porque no início do século XXI se assistiu ao maior período continuo de domínio duma equipa,a Ferrari, como nunca se tinha visto na história da F1 – a qual beneficiou dum conjunto de benesses que nunca se irão repetir (pelo menos para os outros): -uma estabilidade regulamentar nunca vista, que apenas mudava pequenos pormenores. -os pneus Bridgestone que eram feitos de propósito para os parâmetros dos carros italianos. -uma politica interna totalmente virada para ele, desde a forma como o carro era concebido,até à maneira como era afinado, etc. Isto não tirando o… Ler mais »
Sem falar que equipas como a Mclaren e a Williams, as rivais mais capazes de bater a Ferrari, falharam. A Williams a partir de 98 desapareceu, implodiu e depois lá tentou reconstruir-se, mas só de vez em quando incomodava.
A Mclaren que teve um começo promissor em 98 e 99, mas depois, mesmo em alguns anos tendo um carro tão bom como o Ferrari, passavam mais tempo a encostar com problemas de fiabilidade que na pista… Ora isso combinado com os anos em que o Ferrari era imbatível, foi só amealhar por parte da equipa italiana.
Eu só acrescentaria que Schumacher ainda beneficiou de um título em 1994 completamente imerecido. Quanto ao resto, estou de acordo em tudo e não diria melhor.
Vocês são de rir mesmo, sempre a desmerecer os feitos da Ferrari. Então por essa lógica os títulos consecutivos da Mercedes nesta era híbrida, são pouco elucidativos, pois tem dominado ao seu belo prazer as últimas temporadas. Metam uma coisa na cabeça…poucos são os Pilotos que foram campeões com o 2º melhor carro.
E convém também não esquecer que o seu primeiro campeonato foi obtido de forma ilegal com um carro que não cumpria os regulamentos.
Cumprimentos
Claro que nunca irá alcançar schumacher, isto porque este tem adversários que podem ser consistentes uma época inteira e o alemão não tinha, porque em termos de “maquinaria” está praticamente em igualdade de circunstâncias pois benificia de um carro dominador, tendo este ano sido uma exceção, o que não invalida que para o ano não volte a ser um passeio como em 2014 e 2015, tal como aconteceu com o alemão de 2003 para 2004
Ena tanto ressabianço com os feitos do Schumacher na Ferrari. O Schumacher quer queiram quer não foi um ícone de uma geração, e ainda hoje se a sente. Era um piloto com carisma, e que aliava a sua natural rapidez a uma filosofia de treino físico intenso, um Atleta. Agora minimizar os feitos do mesmo, só por ter um carro dominador, não concordo. O próprio Hamilton tem dominado por ter um carro dominante na maioria dos circuitos. Quer queiramos quer não poucos foram os Pilotos campeões com o 2º melhor carro.
Ayrton Senna disse uma vez que todos os anos há um piloto que vence o campeonato do mundo mas nem todos os anos há um campeão.
Hamilton para já pode orgulhar-se de ser o único verdadeiro tetra-campeão da actualidade.
Cumprimentos