Lewis Hamilton arrancou para o Grande Prémio do Brasil da linha das boxes, tendo terminado no quarto lugar, num total de dez ultrapassagens ao longo da corrida. No entanto, admitiu que teria sido mais difícil repetir a sua performance noutros circuitos, porque a vantagem de tempo de volta necessária para ultrapassar o monolugar à frente teria sido maior do que em Interlagos.
“Quando eu estava na GP2, que era uma boa diversão, era mais fácil de ultrapassar. Interlagos é realmente uma pista onde é difícil passar. Se virmos a maioria dos circuitos onde vamos, a vantagem para poder ultrapassar o carro da frente, geralmente, é um segundo e meio, ou algo assim. Deves ser um segundo e meio mais rápido. Logo, isso mostra que obviamente há uma falha no design dos monolugares, essa é uma área que podemos melhorar para o futuro”, comentou Hamilton.











Dêem já um caderno e um lápis ao rapaz!
O engraçado é que já o ano passado, quando foram anunciadas as novas regras para 2017, muitos comentadores disseram isto mesmo, que iria continuar a ser difícil de ultrapassar devido à complexidade da asa frontal, que assim que entra no ar “sujo” do monolugar que persegue, perde apoio aerodinâmico, sendo difícil de seguir este, a menos que tenha uma vantagem nos pneus (menos gastos que o da frente), de motor e com o DRS aberto. Mas a FIA como sempre faz ouvidos moucos e lá continuou na sua. Apenas se confirmou em pista. Deveriam dar mais efeito de solo em… Ler mais »
O Frenando que não é engenheiro tem toda a razão. Ou efeito solo ou aero inteligente que se adaptasse ao ar sujo. Ou as duas! Nesta altura do campeonato os F1 deviam ser modernos. Mas não… são umas mulas atadas por mordaças de complexidade!