A Alpine está em discussão com a McLaren pelo quarto lugar do campeonato de construtores. Depois de 11 corridas consecutivas a pontuar, a Alpine terminou o Grande Prémio de Itália sem somar qualquer ponto e encontra-se com uma vantagem de 18 pontos na classificação. Apenas em uma dessas 11 corridas a equipa francesa conquistou menos pontos do que a estrutura de Woking, demonstrando como têm estado por cima nesta luta pela melhor posição entre o ‘segundo pelotão’ e numa altura em que as coisas não têm sido famosas fora de pista. Ficaram sem Fernando Alonso para 2023 e o seu substituto ‘natural’ tinha contrato assinado com os seus adversários da McLaren.
Mesmo assim, o CEO da Alpine mostra-se confiante com o desempenho da sua estrutura e na conquista do quarto lugar da classificação entre construtores, sustentado pela forte atualização de um novo fundo esperada para Singapura.
“Fizemos as mudanças certas, a equipa está concentrada e o plano é claro”, disse Laurent Rossi. “Além disso, estamos a reforçar [a competitividade do monolugar A522]. Portanto, isto vai ser sempre o mais importante: que o carro tem de ser performante. O piloto vai conseguir dois ou três décimos, o que em corridas pode ser super importante, mas o intervalo entre o terceiro e o quarto [lugar] é muito mais do que o que o piloto poderia conseguir”.
O responsável da Alpine admitiu que as atualizações “melhoram constantemente o desempenho” do monolugar produzido em Enstone e como tal, o seu objetivo de conseguir colocar a equipa a lutar pelos lugares cimeiros da classificação dentro de 100 corridas, se mantém dentro do estipulado.











