O CEO Alpine, Laurent Rossi, responsável pela equipa de Fórmula 1 do Grupo Renault, foi afastado do cargo assumindo uma nova posição dentro do Grupo Renault. Philippe Krief assumirá o papel de timoneiro da Alpine.
Laurent Rossi assumiu o protagonismo na Alpine em 2021 quando foi apontando como CEO, assumindo a liderança do projeto F1, que até então estava sob a alçada de Cyril Abiteboul, ainda como Renault. A missão era de dar mais visibilidade à Alpine e de tornar a equipa de F1 competitiva, com o famoso plano de 100 corridas até chegar ao topo. Depois de um 2022 positivo, em que a Alpine ficou à frente da McLaren, a época 2023 não corre de feição e Rossi até usou o termo “amador” para classificar algumas prestações da equipa no arranque desta época. A pressão na equipa foi subindo de tom, à medida que a McLaren se foi destacando nas últimas corridas, com a Alpine sem mostrar capacidade para se instalar no topo da luta pelo meio da tabela. Rossi sai passado dois anos, sem levar a termo o plano de 100 corridas.
Luca de Meo, chefe do grupo Renault, afirmou: “Gostaria de agradecer ao Laurent pelo seu empenhamento inabalável ao longo dos últimos dois anos ao leme da Alpine. Laurent definiu uma estratégia clara e ambiciosa para a marca. Colocou a Alpine na melhor posição possível para atingir os seus objetivos a longo prazo. A Alpine está agora pronta para entrar numa nova fase do seu desenvolvimento e para se tornar uma marca do futuro”. Rossi “concentrar-se-á agora em projetos especiais ligados à transformação do Grupo”.
O antigo diretor técnico da Alfa Romeo e chefe de engenharia da Ferrari, Philippe Krief, que se juntou à Alpine no início de março, foi nomeado sucessor de Rossi.













Toda a gente a pensar que o Szafnauer ia de vela e o patrão foi antes. A verdade é que a Alpine está mesmo uma miséria – o que muito me entristece -, ir mudando os chefes é só mudar as moscas.
Nada mais do que o esperado e merecido; porque alguém que fala demais, que desestrutura a sua própria equipe com comunicados hostis pela imprensa, só podia ter tido este destino mesmo.
Faz parte de uma reorganização que já tinha visto a nomeação de um tal Bruno Famin à frente da actividade desportiva ( obviamente ignorado pelos media britânicos).
É engraçado ver mais um ex- Ferrari ( só depois é q foi para a Alfa, para a seguir regressar a Maranello), ou seja, alguém vindo da Itália dos pacóvios que nem têm visão para contratar estrangeiros de acordo com os entendidos, a liderar um projecto de um adversário.
Vão ‘longe’ … vão.