Jost Capito foi chefe da equipa da Williams durante duas temporadas, saíndo no final da época passada, assim como François-Xavier Demaison. Os donos da equipa britânico decidiram colocar o antigo responsável pela estratégia da Mercedes, James Vowles, no lugar ocupado anteriormente por Capito. Rumores deram conta que a escolha de Demaison e os fracos resultados da equipa sustentaram a decisão da saída de Capito, mas o antigo responsável da equipa de Grove afirmou que decidiu com os donos da estrutura que agora seria uma boa altura para encontrar alguém para o substituir para um projeto a longo prazo.
Ao Auto Bild, Capito afirmou que “disse inicialmente que o faria [ser CEO e chefe de equipa da Williams] durante dois anos, talvez um terceiro. Entretanto, há tantas corridas que é muito cansativo. E fazer com que a equipa volte onde deveria estar [na classificação] demora mais de dois ou três anos”. O alemão explicou ainda que “disse à direção que agora que tem a base, também deveria ter alguém que ficasse lá a longo prazo. Por isso, falámos sobre o que era correto fazer e rapidamente se tornou claro que agora era uma boa altura para passar a liderança”.
Sobre o seu substituto, Capito admitiu que Vowles “é incrivelmente competente” e considera não ser possível que a Williams se torne numa ‘equipa B’ da Mercedes, porque “já trabalhamos em estreita colaboração, especialmente em temas como motores e transmissões. Por isso, penso que tudo se manterá como está”.
Sem ambição de voltar a ocupar uma posição de gestão do dia-a-dia de uma equipa no automobilismo, Jost Capito diz poder estar interessado numa função como consultor.









