F1: Jacques Villeneuve acredita que a McLaren deve escolher um n.º1
Jacques Villeneuve acredita que a McLaren não pode mais tratar os seus dois pilotos de forma igualitária e deve escolher um número um na luta pelo campeonato, agora que Max Verstappen recuperou terreno.
O campeão mundial de 1997 acredita que a equipa terá de apostar em Oscar Piastri, líder da classificação, o que deixaria Lando Norris em segundo plano. Segundo Villeneuve, a vitória de Verstappen no Azerbaijão colocou-o de volta na corrida pelo título e aumentou a pressão sobre os dois pilotos da McLaren.
“O difícil para Norris é que, se Verstappen se aproximar cada vez mais, a equipa terá de começar a favorecer Piastri”, disse Villeneuve à OLBG. “Ele terá então de se tornar o número um. Acima de tudo, estamos a falar de uma luta pelo título entre duas equipas diferentes. Promete ser uma batalha difícil, já que estamos a falar do melhor piloto do mundo. Norris está numa situação difícil”, acrescentou Villeneuve. “A vitória de Max no Azerbaijão colocou-o de volta na disputa pelo título, e ele não é alguém que sucumbe à pressão. Na verdade, Verstappen vai aumentar a pressão sobre os dois pilotos da McLaren.”
O canadiano também destacou que o neerlandês está a beneficiar da sua posição de perseguidor, o que lhe permite saber exatamente onde estão os seus rivais, enquanto o líder não tem essa visibilidade. Para Villeneuve, este fator pode ser decisivo. A recuperação da Red Bull, impulsionada pela introdução de um novo fundo em Monza que transformou o desempenho do RB21, confirmou a capacidade da equipa de reagir sob pressão.
“A Red Bull mudou o rumo e está a apresentar excelentes desempenhos sob pressão”, elogiou Villeneuve. “São verdadeiros lutadores. No ano passado, a McLaren mostrou que ainda não é assim, e isso é reconhecido internamente.”
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Pity
24 Setembro, 2025 at 16:26
Divirto-me à brava com o entusiasmo gerado pelas duas vitórias seguidas do Verstappen. Agora parece que a Red Bull voltou aos padrões de 2023 e a McLaren voltou a 2015. Nem tanto ao mar, nem tanto à terra. Será mais sensato esperar por circuitos com características diferentes de Monza e Baku antes de cantar “o Max voltou, o Max voltou, ou ou”.
Se Verstappen vencer em Singapura e os McLaren não chegarem ao pódio, o caso muda de figura, mas mesmo que o Max vença todas, se Piastri for segundo em todas, incluindo as sprint, Max terminará em 2º, 20 pontos atrás do Piastri. Ora nem o Max vai vencer todas, nem o Piastri vai ser segundo em todas. Norris também pode vencer (e Piastri, como é óbvio). Verstappen tem dois adversários à sua frente, não só um, o que dificulta o sonho.
O ano passado, Norris estava em segundo, numa McLaren em crescendo, contra uma Red Bull em queda, foi o mesmo entusiasmo, com o resultado que se conhece. Como é que este ano, dois contra um, vai ser diferente?