Jack Doohan nega sentir pressão adicional apesar das especulações sobre Franco Colapinto, novo piloto reserva da Alpine, e o impacto que isso pode ter na sua carreira. Doohan descarta os rumores, destacando que Colapinto é apenas piloto de reserva.
Pierre Gasly, colega de Doohan, também se recusa a falar sobre a situação, elogiando o australiano e dizendo que o foco deve ser no desempenho, sem complicar ainda mais a situação.
É verdade que a imprensa tem sido ‘chata’ neste tema, mas é claro para toda a gente que o Doohan tem uma pressão enorme em cima de si ao saber que tem como piloto de reserva um piloto que todos identificam como melhor que ele. Seja como for, também é claro que Jack Doohan tem nas mãos o seu futuro, pois só a ele lhe cabe calar todas as bocas, provando em pista que pode fazer melhor que Franco Colapinto.
A conversa com os jornalistas deu-se pré-F1 75 e teve mesmo de haver intervenção do homem da comunicação da Alpine, porque os jornalistas insistiam no tema. Nem Pierre Gasly escapou às mesmas perguntas.
Na verdade, se calhar é hora de deixar Doohan fazer o seu trabalho e depois com o que se vir em pista, então sim, fazer a análise e perceber se continua a fazer sentido, ou não, questionar quanto ao facto de Franco Colapinto estar logo ali ao lado…












Que estupidez o que estão a fazer com o homem. Ao nível rasteiro do que foi feito a Checo durante dois anos.
Eu acho que anda é pior. O Doohan anda não teve oportunidade de mostrar do que é capaz. Eu não o considero grande espingarda, mas ele pode surpreender.
E ao Grosjean, ao Bottas e ao Vettel. Conseguiram pôr toda a gente a pensar que eram péssimos pilotos e a querer que fossem despedidos. É o que temos. Há gente a acreditar que o Donald Trump é um novo Cristo e que estão a gastar o dinheiro do PRR a construir mesquitas – para não falar dos haitianos que comem animais domésticos e das vacinas que tornam as pessoas magnéticas. Bem vindo ao mundo das redes sociais, onde a estupidez é a força triunfante e a ignorância é uma virtude.
A FIA ao invés de andar preocupada com os palavrões, deveria era sim de por a mão em cima das gestões das equipas de F1. Uma palhaçada! E a sofrer pressão de um Colapinto, que para mim também não é piloto com quem se possa comparar quando está sob pressão e isso viu-se bem depois do “choque de performance” comparativamente ao Sargent… mas enfim, ultimamente é isto a que a F1 nos tem habituado. Quem agradece é o Antonelli, que viu um pouco os holofotes a sair-lhe de cima.
A que propósito é que a FIA havia de interferir na gestão das equipas? Por acaso a FIA tem accões nas equipas, para poder interferir?
Respeito pelos profissionais e dar super licenças a pilotos com real experiência/palmares e não com base em somente kms rodados. Só aqui já filtravam muitos.
O Doohan tem aquilo que o regulamento determina: idade e pontos, caso contrário não teria a super licença. A partir daí, é com as equipas.
Que experiência / palmarés tinha o Raikkonen quando chegou à F1? Apenas 23 corridas em monolugares, e foi o piloto que foi. Muitos pilotos foram brilhantes nas fórmulas de promoção e zero na F1, assim como o contrário.
Quantos pilotos existem como o Raikkonen? 1 em mil. O que quis dizer no meu comentário é que a FIA, como órgão regulamentador, deveria impor às equipas um maior respeito aos seus próprios funcionários. O Sr Briatore, que na minha opinião nunca mais voltaria a pisar num GP, que moral ele tem para falar aquilo que tem falado em relação à contratação do Colapinto? Contudo da Alpine pode-se esperar de tudo, perdeu qualquer credibilidade pela incompetência geral e claramente tornou-se um moedor de carne. Compare com a Mercedes… porque voltaram a chamar o Bottas? Porque não tinha contrato? Claramente que… Ler mais »
Que grande confusão! Vamos por partes: Tal como disse na minha primeira resposta, a FIA não é accionista das equipas, pelo que não pode intervir em questões administrativas, apenas o pode fazer no que toca aos regulamentos técnico e desportivo. O Raikkonen foi apenas um exemplo, poderia ter citado outros. Quanto ao Briatore, estamos de acordo. Quanto ao Bottas, desculpe, mas a sua ideia é para rir. Nós não vimos nada de especial do miúdo, na F2, mas os responsáveis da Mercedes, se o quiseram pôr directamente na equipa, alguma coisa viram nele. O Bottas voltou porque o Toto ainda… Ler mais »
Então vamos por partes:
Primeiro: As equipas são obrigadas a assinar um código de Ética da FIA e este incide de inúmeras formas e diretamente na atividade administrativa de qualquer entidade que esteja sob a sua tutela.
Segundo: a escolha dos pilotos é da total responsabilidade das equipas, mas a exposição a que são sujeitos, principalmente após a Liberty entrar em cena, em muito fere esse código de ética. Algo nunca visto noutra era da F1. Hoje é entretenimento puro e 0 desporto motorizado.
Terceiro: Briatore, sem mais comentários.
Quarto: Coach do Antonelli? Veremos no decorrer da época.