A parceria técnica da Red Bull com a Honda na Fórmula 1 vai terminar no final da temporada de 2025, deixando a estrutura nipónica de produzir as unidades motrizes que são montadas em Milton Keynes, para assumirem o fornecimento à Aston Martin no ano seguinte, enquanto a equipa austríaca se aventura sozinha como fabricante de motores, tendo como parceira a Ford. Assumindo “o controlo da única variável que faltava”, como disse Christian Horner durante o ano passado, o projeto da Red Bull Powertrains tem de funcionar, explicou Helmut Marko, assegurando que não há qualquer plano de contingência caso não sejam bem sucedidos.
Horner admitiu que se trata de um desafio enorme, mas depois do anúncio da saída da Honda da F1, que não aconteceu e até reafirmaram a confiança na competição para 2026 como fabricantes das novas unidades motrizes, esta foi a única forma da Red Bull poder “assumir o controlo da única variável” que faltava à estrutura de Milton Keynes, de forma a poder competir na Fórmula 1 sem qualquer restrição de terceiros. Assim, em 2026 surgirá oficialmente a Red Bull Ford Powertrains como fornecedora de motores.
Em declarações ao OE24, Marko assegurou que “apesar de ainda estarmos longe de uma utilização competitiva, tudo está a correr de acordo com o plano” na divisão de motores da Red Bull. Sem plano B, o projeto da Red Bull Ford Powertrains “tem de funcionar”, disse o consultor da equipa. “A partir de 2026, estaremos a correr com o nosso próprio motor. Até lá, queremos ter o melhor desempenho possível da Honda, que tem funcionado bem até agora”, explicou Marko, confirmando ainda que se mantém como elo de ligação da equipa austríaca aos japoneses.









