Helmut Marko revelou que a Red Bull foi forçada a diminuir a competitividade da unidade motriz da Honda no monolugar de Max Verstappen durante o Grande Prémio do Bahrein de Fórmula 1, na sequência de “problemas relacionados com software”.
Como se sabe, há muito acabaram os ‘party mode’ dos motores na F1, desde aí as equipas deixaram de poder aumentar ou diminuir o desempenho dos seus motores, conforme lhes dava mais jeito, mas hoje em dia ainda é possível diminuir as prestações do motor por razões de fiabilidade.
Como se sabe, os motores têm mais de duas dezenas de sensores instalados (os dados por eles recolhidos são utilizados principalmente para ajudar a tomar decisões estratégicas durante a corrida, bem como para monitorizar o desempenho do carro)
e a equipa está sistematicamente a controlá-los, e se necessário, ajusta-os, mas sempre em termos de diminuir o desempenho não podendo depois retornar ao ajuste anterior. E foi o que aconteceu em Sakhir, a Red Bull teve de se tornar o motor mais conservador, como explicou Helmut Marko: “No início da corrida o Max teve problemas, na área do diferencial e perdemos até três décimos por volta. Mas mesmo assim, o Max pilotou como esperado” disse Marko, deixando entender que em condições normais a vitória na corrida seria fácil.
Contudo, com Lewis Hamilton ao seu melhor nível, e uma acertada estratégia, permitiu à Mercedes levar de vencida uma corrida que parecia talhada para a Red Bull. Seguem-se cenas dos próximos capítulos…









