Lewis Hamilton revelou que esteve muito longe dos limites do motor da unidade motriz do seu Mercedes no Grande Prémio da Alemanha, e que apenas recorreu à potência máxima deste por duas vezes ao longo de toda a corrida de Hockenheim.
Apesar do seu desempenho, conduzindo-o à vitória, o inglês explicou que as definições de potência estiveram desligadas durante a maior parte da corrida, numa tentativa de prolongar a vida do motor.
“Honestamente, existe uma parte que pode ser utilizada para ter mais potência, mas eu nunca estive próximo dela. Baixei o regime a partir da segunda ou terceira volta, muito cedo, e a partir daí conseguiu manter uma distância. Quando o meu engenheiro disse ‘Hammer Time’ consegui ligá-lo novamente a partir do momento em que o Ricciardo começou a encurtar a diferença. Mas apenas precisei de o fazer no último turno, quando os Red Bull começaram a rodar sistematicamente no segundo 18,4s, e já depois de poupar os pneus durante quatro ou cinco voltas. A distância encurtou de forma rápida, mas pensei que seis segundos bastavam, portanto regressei ao modo normal de corrida. Consegui igualar os tempos deles e depois até distanciar-me um pouco”, concluiu.











