O halo de proteção do piloto não deve ser introduzido na Fórmula 1 antes de 2018. As três equipas principais chegaram a acordo numa reunião do Grupo de Estratégia para esperar mais 12 meses, que serão usados para testar esta nova peça de segurança em pista. Engenheiros da Mercedes, Red Bull e Ferrari vão continuar a trabalhar para garantir a funcionalidade do halo.
Para Paddy Lowe, da Mercedes, “há coisas com as quais não estamos completamente satisfeitos, pelo que é preferível esperarmos para garantir que acertamos em todos os itens de segurança”. A FIA quer um design mais funcional, mas está contente com os resultados atuais, que protegem os pilotos de 17% dos objetos que possam atingir um piloto.
Para Jock Clear, da Ferrari, este ano estreia de testes não significa que as equipas vão parar, e urge para a necessidade de ter um design final pronto o mais depressa possível, de modo a que o halo seja satisfatório do ponto de vista de segurança, sem prejudicar a qualidade do espetáculo desportivo.










