Num pelotão com diferenças tão curtas, principalmente o ‘segundo’ grupo de pilotos e equipas, os que lutarão pelos últimos pontos da classificação na corrida de domingo, Pierre Gasly sublinha a importância de reduzir um ou dois décimos de segundo ao tempo por volta durante a sessão de qualificação, quer seja para passar os primeiros segmentos, quer para discutir as melhores posições entre o top 10 na Q3.
O piloto francês terminou o primeiro dia de treino nas proteções de Suzuka, na saída da segunda curva Degner, resultando ainda no final antecipado da sessão. Gasly explicou que perdeu “ligeiramente a frente” do Alpine A523 e não conseguiu “corrigi-la a tempo, o que fez com que deslizasse pela gravilha e batesse na barreira”. No entanto, o piloto da Alpine acredita que há muitos dados para equipa poder avaliar o desempenho “tanto com pouco como com muito combustível”. Gasly apontou, como fizeram alguns dos seus adversários, que “os pneus são um grande desafio e é algo que vamos certamente tentar melhorar para o resto do fim de semana”.
Gasly terminou a segunda sessão de treinos com o 19º registo, mas apenas a cerca de cinco décimos de segundo de Sergio Pérez, no nono posto. Uma diferença que significou, neste contexto, a perda de dez posições na tabela de tempo, antevendo uma qualificação renhida. “Diria que temos algum trabalho a fazer e tenho a certeza de que há mais para fazer”, disse Gasly. “É um pelotão com diferenças extremamente curtas , com um ou dois décimos a separar muitos carros, pelo que é importante extrair tudo amanhã”.
O piloto francês diz acreditar ser possível uma boa qualificação da sua parte, tendo que a equipa trabalhar na afinação do carro.












