Max Verstappen terminou a qualificação mais cedo que o esperado, sendo eliminado na Q2, mas estava ainda sob investigação por suspeitas de ter atrapalhado as voltas de Yuki Tsunoda, Logan Sargeant e por ter impedido a saída de outros carros da via das boxes.
No caso da saída da via das boxes, Verstappen foi repreendido pelo sucedido, algo que acontece pela primeira vez este ano. Segundo a FIA, “o representante da equipa [Red Bull] explicou que a diferença de tempo [14 segundos entre a saída do carro à frente do de Verstappen] foi anulada na Curva 5 devido ao abrandamento de outros carros na volta de saída, enquanto o carro atrás do carro 1 tinha aumentado a sua diferença para 12 segundos. Embora não tenha havido vantagem óbvia para o piloto em esperar na saída das boxes durante o que é considerado um tempo extraordinariamente longo, a possibilidade de este facto ter um impacto negativo nos outros pilotos justifica uma penalização. Embora se note que o carro de trás poderia ter ultrapassado o carro 1, é preferível que os carros saiam da saída das boxes de forma ordenada”.
Verstappen recebeu outra repreensão por ter atrapalhado a volta de Yuki Tsunoda. Neste caso a FIA afirmou que “imediatamente antes de o carro 22 [Tsunoda] passar o carro 1 [Verstappen], o piloto do carro 1 viu o carro que vinha atrás e moveu-se para a esquerda, embora bastante tarde.
A equipa admitiu que houve uma má comunicação da sua parte e que não avisou o seu piloto. Os Comissários Desportivos analisaram uma série de incidentes de impedimento e alegados incidentes e, conforme as decisões anteriores relativamente à gravidade da infração, impuseram uma repreensão ao piloto e uma multa ao Concorrente. Foi registado que o representante do Carro 22 optou por não comparecer na Audiência.”
No caso do impedimento a Logan Sargeant, o caso não deu qualquer penalização:
“O piloto do carro 1 [Verstappen] declarou que estava rodeado por muitos outros veículos nas voltas de preparação, alguns dos quais decidiram ultrapassá-lo pela esquerda e outros pela direita, pelo que decidiu que a opção mais segura era conduzir em linha reta e manter a linha, deixando uma largura de veículo à sua direita. Afirmou sentir que qualquer movimento para a esquerda ou para a direita poderia ter causado uma colisão com um dos carros à sua volta. Os Comissários Desportivos aceitaram estas declarações.
O piloto do carro 2 [Sargeant] declarou que não acreditava que o piloto do carro 1 tivesse culpa e que havia espaço para ele passar. Por conseguinte, consideramos que o piloto do carro 1 não impediu desnecessariamente o carro 2.”








