A pandemia de COVID 19 continua a afetar severamente as nossas vidas e as competições desportivas. O calendário da F1 vai sofrer nova alteração, agora com o cancelamento do GP da Austrália.
O surgimento da variante Delta um pouco por todo o mundo, incluindo na Austrália está a fazer aumentar significativamente o número de casos pelo que o governo australiano não está disposto a aligeirar as medidas de restrição que contam com 14 dias de quarentena obrigatória para todos os que chegam ao país, o que dificulta a logística do campeonato:
“Compreendemos que esta não é a notícia que os fãs do MotoGP [a prova de duas rodas também foi cancelada] e da Fórmula 1 queriam ouvir”, disse Andrew Westacott, CEO da Australian Grand Prix Corporation. “Gostaria de estender os meus agradecimentos ao Governo de Vitória, à Fórmula 1 e à Dorna Sports pela sua inabalável resistência e apoio durante este período desafiante, e pelo seu empenho contínuo nestes dois grandes eventos. Com a COVID-19 haverá certamente desafios contínuos, mas gostaria de tranquilizar os fãs que, embora haja tristeza e desilusão entre o nosso maravilhoso pessoal da AGPC, há uma tenacidade e determinação para garantir que os próximos episódios do MotoGP na Ilha e da Fórmula 1 no novo layout do Albert Park sejam sensacionais vitrinas de como fazemos as coisas em Victoria”.
“Embora seja decepcionante não estarmos a correr na Austrália esta temporada, estamos confiantes de que podemos oferecer uma temporada de 23 corridas em 2021”, disse o CEO da Fórmula 1 Stefano Domenicali. “Temos uma série de opções a tomar para substituir o lugar deixado vago pelo Grande Prémio da Austrália. Iremos trabalhar nos detalhes dessas opções nas próximas semanas e forneceremos mais atualizações assim que essas discussões estiverem concluídas”.
As opções da Fórmula 1 incluem acrescentar uma segunda ronda de corridas no Circuito das Américas, uma opção já há muito referida, e possivelmente o regresso ao Bahrein para correr na versão exterior que foi usada no ano passado e que deu um bom espetáculo..
Japão, México e Brasil, continuam a ser grandes pontos de interrogação nesta fase e é lógico pensar que as rondas da ásia poderão dar mais dores de cabeça se a situação não estabilizar.









