Lando Norris teve uma sessão de qualificação difícil. O piloto da McLaren ficou em 13º lugar depois de mais uma exibição cinzenta. A desilusão do piloto era clara. Lando Norris acredita que pode fazer melhor, mas o carro não lhe permite. Por ser um carro difícil, o piloto tenta encontrar tempo de outras formas o que leva a exageros e com isso acontecem erros.
“Não quero ficar só pelo décimo terceiro o 13º. Não estou a encontrar o ritmo que quero e a entender onde está o limite em cada curva por isso não estou a pilotar ao meu nível. É também um carro difícil de pilotar e, como tal, é fácil ir para lá do limite e quando se combina isso com exageros, o resultado é este. Estou onde mereço estar. “












Uma boa autocrítica.
É complicado manter os níveis motivacional altos quando se estagna na carreira.
É precisamente neste impasse onde se encontra a carreira do Lando, já vi muitos pilotos perder a chama por não dar o rumo certo às suas carreiras.
É evidente que não depende tudo do Norris neste momento, bem pelo contrário, mas num mundo ideal, o melhor seria abandonar a Mclaren.
O Häkkinen diz que estás ao nível do Verstappen… e eu tenho um garrafão que diz «Água do Luso».
Vou aqui reescrever um comentário que fiz noutro artigo e que complementa um pouco este desabafo do Norris. Estou um pouco céptico com essa nova organização estrutural da Mclaren e com as pessoas que eles escolheram para liderar os principais departamentos. O Peter Prodomou apesar de ter feito parte da equipa do Andrien Newey no tempo da Red Bull à mais de 10 anos, foi precisamente ele que liderou o departamento de aerodinâmica da Mclaren nos flamigerados anos recentes com a honda e antes da chegada do Key, onde conforme vimos o problema não era somente o motor… Quanto ao… Ler mais »
Está muito mais maduro. Quando apareceu era quase um fedelho cheio de mania e insuportável. Talentoso mas demasiado desrespeitoso. Os erros individuais advêm da frustração de querer ter do carro mais do que este lhe consegue dar. Ele transformou-se de um miúdo emproado num homem leal a quem lhe deu a oportunidade e não me parece ser “cão que morde a mão do dono” mas se ele não o faz deveria ser a equipa a libertar as amarras e deixá-lo ir para onde mostrar todo o seu talento.