F1, GP Austrália, Lando Norris: “Não estou a pilotar ao meu nível
Lando Norris teve uma sessão de qualificação difícil. O piloto da McLaren ficou em 13º lugar depois de mais uma exibição cinzenta. A desilusão do piloto era clara. Lando Norris acredita que pode fazer melhor, mas o carro não lhe permite. Por ser um carro difícil, o piloto tenta encontrar tempo de outras formas o que leva a exageros e com isso acontecem erros.
“Não quero ficar só pelo décimo terceiro o 13º. Não estou a encontrar o ritmo que quero e a entender onde está o limite em cada curva por isso não estou a pilotar ao meu nível. É também um carro difícil de pilotar e, como tal, é fácil ir para lá do limite e quando se combina isso com exageros, o resultado é este. Estou onde mereço estar. “
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Lagafe
1 Abril, 2023 at 12:12
Uma boa autocrítica.
NOTEAM1 NOTEAM1
1 Abril, 2023 at 17:39
É complicado manter os níveis motivacional altos quando se estagna na carreira.
É precisamente neste impasse onde se encontra a carreira do Lando, já vi muitos pilotos perder a chama por não dar o rumo certo às suas carreiras.
É evidente que não depende tudo do Norris neste momento, bem pelo contrário, mas num mundo ideal, o melhor seria abandonar a Mclaren.
Cavaleiro do Asfalto
1 Abril, 2023 at 18:58
O Häkkinen diz que estás ao nível do Verstappen… e eu tenho um garrafão que diz «Água do Luso».
Jose Marques
1 Abril, 2023 at 20:34
Vou aqui reescrever um comentário que fiz noutro artigo e que complementa um pouco este desabafo do Norris.
Estou um pouco céptico com essa nova organização estrutural da Mclaren e com as pessoas que eles escolheram para liderar os principais departamentos.
O Peter Prodomou apesar de ter feito parte da equipa do Andrien Newey no tempo da Red Bull à mais de 10 anos, foi precisamente ele que liderou o departamento de aerodinâmica da Mclaren nos flamigerados anos recentes com a honda e antes da chegada do Key, onde conforme vimos o problema não era somente o motor…
Quanto ao David Sanchez, não creio que o trabalho feito na Ferrari (mesmo sabendo que numa equipa destas existem muitos outros factores que influenciam o resultado) tenha sido fantástico para realmente fazer a diferença.
Sem querer fazer especulações muitos avançadas, porque nunca sabemos na verdade o que realmente se passa, a saída abrupta do James Key e nesta fase do campeonato é muito estranha. O comunicado aquando da reorganização da estrutura foi muito “frio” no que concerne ao trabalho desenvolvido por aquele. O próprio Zack Brown nem mencionou o nome dele.
Outro ponto que falei num post na altura da saída do Seidl e que começa a fazer sentido, talvez a Mclaren esteja a caminhar para um beco sem saída.
A Mclaren desde que o Zack Brown entrou na equipa, tem-se mostrado uma equipa mais aberta e com uma postura muito pro-marketing (ou não seria essa a grande skill do Zack), totalmente oposto aos anos do Ron Dennis, onde este mostrava muito mais a filosofia British no modo de agir (pouca conversa e muito resultado).
O Andrea Stella foi um excelente engenheiro de pista do Schumacher e do Alonso, contudo não reconheço nele uma capacidade para liderar toda uma equipa. Parece aquela situação em que as pessoas assumem cargos de liderança mais pela longevidade do que pela competência.
Espero sinceramente estar enganado, porque a Mclaren é a “minha” equipa desde os 4 anos e não a queria ver ir pelo mesmo caminho da Williams.
Vamos esperar por Baku e até ao verão (onde dizem que vão apresentar uma espécie de spec B do carro) para ver se aquilo que dizem, é o que vai acontecer (que é o que efetivamente não tem acontecido)…
PS: Desculpem o longo comentário…
Leandro Marques
1 Abril, 2023 at 22:07
Está muito mais maduro. Quando apareceu era quase um fedelho cheio de mania e insuportável. Talentoso mas demasiado desrespeitoso. Os erros individuais advêm da frustração de querer ter do carro mais do que este lhe consegue dar. Ele transformou-se de um miúdo emproado num homem leal a quem lhe deu a oportunidade e não me parece ser “cão que morde a mão do dono” mas se ele não o faz deveria ser a equipa a libertar as amarras e deixá-lo ir para onde mostrar todo o seu talento.