A segunda sessão de treinos do GP da Arábia Saudita começou mais tarde que o previsto. Terminou neste momento uma reunião com os diretores de equipa referente à situação que se vive em Gidá. A Fórmula 1 aguarda mais informações sobre a natureza de um incêndio numa instalação da Aramco próxima do circuito que deflagrou pouco antes do início do fim de semana do Grande Prémio da Arábia Saudita. Ainda não há confirmação do que aconteceu, mas alguns rumores apontam para um ataque feito com mísseis às instalações. Com esta reunião, a sessão de treino foi adiada 15 minutos. Pilotos e equipas preparam-se para ir para a pista e ficou planeada nova reunião para depois da sessão sobre o mesmo tema.












E o que faz irem correr para Países Democráticos tipo Putin
Se foi realmente um ataque com mísseis, deviam cancelar o GP imediatamente. A segurança acima de tudo.
Já terem um GP num país que não cumpre os direitos básicos do ser humano, já é bastante questionável. Embora eu tente ver o lado positivo que é a abertura da população (aos poucos) aos valores e direitos básicos através da F1. Mas não é isso que faz a FIA lá ir, é o dinheiro e nada mais.
Não é inédito existirem eventos desportivos em países que desrespeitam os direitos essenciais das pessoas, que são dirigidos por gente que manda assassinar críticos e oposicionistas (ex: jornalista Kashoggi), ou cuja elite enriquece também como traficantes de armas. O que é inédito é a F1 ir a um país que está em guerra, que atacou, destruiu e invadiu outro país (Iémene). Mas estes sujeitos são “nossos amigos”, por isso vamos lá, é gente “boazinha” porque coimo se sabe os “maus” estão todos na Rússia… hipocrisia de m#rda…
O que não se faz por dinheiro… E ainda por cima para correr num circuito que, tal como o país em causa, é uma verdadeira aberração!