F1, Gerhard Berger: “Não acredito em regras feitas para ‘abrandar’ a Mercedes”

Por a 24 Abril 2021 12:42

Apesar dos homens da Aston Martin estar a argumentar que a FIA alteraram as regras da F1 com o propósito de ‘atingir’ a Mercedes e por inerência da mesma filosofia de carro, a agora Aston Martin, Gerhard Berger é de opinião que a alteração aos regulamentos aerodinâmicos não foram feitos nesse sentido: “Não acredito que as regras tenham sido alteradas apenas para ‘abrandar’ a Mercedes e Aston Martin. De modo algum”, disse o antigo piloto da McLaren e da Ferrari, Gerhard Berger ao Sport Bild: “Mas se assim foi, então eles só tiveram de agir contra a Mercedes. e a verdade é que todas as equipas tiveram igual oportunidade de compreender os novos regulamentos e atuar nesse sentido. E nas equipas que empregam cerca de 1500 pessoas, as mudanças de regras são de facto bem-vindas pelos engenheiros, para se provarem a si próprios”, acrescentou Berger, agora o responsável máximo pelo DTM.

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6 comentários

  1. Pity

    24 Abril, 2021 at 12:59

    Concordo com o Berger, até porque, antes dos carros irem para a pista, ninguém podia garantir que A ou B seria prejudicado ou beneficiado. É como os melões, só depois de abertos, é que se sabe se são doces ou “pepinos”.

    • 831AB0

      24 Abril, 2021 at 15:31

      Embora também não acredite em conspirações, há uma coisa que é certa: toda a gente sabia que o estreitamento da parte posterior do fundo plano ia prejudicar as equipas com o conceito low rake (i. e. com a traseira menos levantada). Por isso não concordo quando diz que não se sabia que equipas ia ser prejudicadas ou beneficiadas, porque as únicas com low rake eram a Mercedes e a Racing Point (agora Aston Martin). O problema destas equipas não foi a regra supostamente criada contra elas (tese em que, repito, não acredito): foi a impossibilidade de introduzir as alterações mecânicas que as novas regras exigiriam. A Mercedes parece já ter encontrado algumas soluções, quanto à Aston Martin é mais difícil dizer. E só vamos saber que soluções são essas se lermos notícias em sites estrangeiros, porque aqui só se discute o acidente entre o Bottas e o Russell, do qual o culpado é, ao que parece, o Toto Wolff (mas agora parece que querem ressuscitar a «polémica» do toque entre o Hamilton e o Verstappen).

      • Pity

        24 Abril, 2021 at 18:29

        Dou-lhe razão, em parte, mas essas equipas poderiam ter alterado a sua filosofia. Não o fizeram mas, antes dos carros irem para a pista, ninguém poderia afirmar, com certeza, que não o fariam, ou que descobririam outra espécie de “pólvora”.
        PS: há duas notícias que ainda não vi aqui: a McLaren já vendeu a sede e a Red Bull contratou um técnico de motores da Mercedes.

        • 831AB0

          24 Abril, 2021 at 21:24

          Não alteraram a filosofia porque o desenvolvimento dos chassis foi congelado e as equipas estão a correr essencialmente com os mesmos carros do ano passado. A Mercedes e a Aston Martin precisavam de alterar os pontos de ancoragem das suspensões traseiras, alterar a geometria das suspensões e mudar toda a aerodinâmica da zona posterior para subir a traseira, o que, segundo penso, iria muito além dos tokens permitidos. A FIA certamente consultou engenheiros aerodinâmicos antes de aprovar as regras, daí que, mesmo se não sou capaz de afirmar que as alterações regulamentares foram concebidas para pôr fim ao domínio dos Mercedes, creio que as consequências para aquelas duas equipas não podiam deixar de ser conhecidas.

  2. Frenando_Afondo™

    24 Abril, 2021 at 20:52

    Pois, deve ser por isso que as regras prejudicaram bem mais os conceitos de low rake, que curiosamente só duas equipas usam e uma é porque copiou o conceito da outra. lol

    Mas siga, isto é o modus operandi da FIA há anos, nada de novo. Tem o seu lado bom que é fazer com que a fique tudo mais competitivo. O lado mau é quando uma equipa acerta e as outras não e voltamos ao mesmo, apenas com outro protagonista no topo do pódio.

  3. O Verstappen comeu o Hamilton de cebolada

    25 Abril, 2021 at 8:51

    Berger tem razão! Tudo o resto não passam de teorias de conspiração que apenas servem para tentar arranjar desculpas para quando as coisas não correm bem aos seus preferidos…

    Cumprimentos

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