O efeito oscilatório que ainda tem afetado sobremaneira algumas equipas é a grande dor de cabeça do momento. Resolver este problema não é fácil e implica ter em conta uma série de fatores. George Russell conseguiu encontrar um bom compromisso na Arábia Saudita, ao contrário de Lewis Hamilton, e explicou que pequenas mudanças podem implicar grandes diferenças. O britânico acredita que resolvendo as oscilações, a maioria dos problemas da Mercedes desaparecem:
“Do lado da garagem do Lewis, eles provavelmente foram mais conservadores com a afinação [na Arábia Saudita] do que nós. Essa foi a diferença e estamos a falar de uma linha ténue entre colocar ou não o carro na janela certa. Há tantos fatores em jogo quando estamos a afinar o carro e por vezes mudamos a configuração de afinação a pensar que vai melhorar, mas isso torna-o ligeiramente pior. É um pouco inconsistente. Há muitos fatores em jogo como a rigidez mecânica do carro, a rigidez dos fundos, o desenho dos fundos, a pressão dos pneus. Há muitos fatores que contribuem para o tornar melhor ou pior”.
“Quanto mais depressa se vai pior, mais difícil se torna a qualificação, porque colocamos os motores na potência máxima. Isso promove mais apoio aerodinâmico e mais “porpoising”, pelo que quase precisamos de nos antecipar a esta questão. Se resolvermos as oscilações, resolvemos 99 por cento dos nossos problemas”.










