A FIA terá mais cuidado na atribuição de pontos nas licenças dos pilotos de F1. Depois das sucessivas queixas dos pilotos que questionaram a atribuição de alguns pontos, a FIA irá ter um cuidado extra.
Os pontos na Super Licença são atribuídos a cada infração dos pilotos. Se os pilotos ultrapassarem os 12 pontos no espaço de 12 meses são logo suspensos por uma corrida. Mas o sistema de pontos, que foi pensado para dissuadir os pilotos de atitudes menos próprias, começou a penalizar os pilotos por ações menores. O caso de Pierre Gasly é sintomático: O piloto tem 10 pontos na sua Super Licença, mas avaliando a sua época 2022, dificilmente se poderia dizer que o piloto teve ações em pista que justificassem estar à beira da penalização.
É por isso que a FIA vai ter mais cuidado na atribuição de pontos. A FIA continuará a dar pontos por infrações que coloquem em causa a segurança em pista. No entanto, para infrações de índole mais desportiva – tais como de limites de pista – então não levarão à atribuição de pontos a partir de agora, uma mudança que se saúda.
Gasly tem 10 pontos na sua licença e terá de esperar até maio para ver dois pontos caírem. Lance Stroll tem oito pontos, mas verá dois caírem em abril.












O Stroll só tem oito pontos? Então a operação ao pulso foi coisa menor.
Só deviam penalizar aquilo que representa um perigo para os outros. O Gasly não fez nada de mal que justificasse ter os pontos que tem (tirando o excesso no Japão). Aqueles que causam a desistência a outros pilotos, como o caso do Bottas em 2021 em que pensava que era uma bola de bowling, devia ter levado uma suspensão imediata, ou do Russel a por os adversários fora de corrida.