O diretor técnico da FIA, Nikolas Tombazis, diz que o organismo continua com dificuldades em monitorizar a legalidade dos motores das equipas na Fórmula 1.
Ao Auto Motor und Sport, Tombazis disse que “já não é tão simples como nos dias dos V8. Nesse tempo tudo o que era necessário era que a velocidade máxima fosse mantida, as dimensões do motor estivessem corretas e a especificação do combustível fosse a certa”.
“Hoje em dia, ainda é possível, com tanto hardware, operá-lo ilegalmente. Temos de monitorizar continuadamente inúmeros parâmetros através do software, sinais, mensagens de sensores enquanto o carro está a andar. Só o piloto consegue alterar as definições de motor a cada volta, o que torna difícil verificar regularmente o funcionamento do motor”.











