Após o primeiro dia de testes de pré-temporada, no Circuito da Catalunha, Fernando Alonso não achou que a nova geração de monolugares da Fórmula 1 fosse mais desafiante de pilotar, ainda que tenha destacado a sua nova aparência, mais agressiva. O piloto da McLaren-Honda revelou em entrevista, “Com todas as alterações no carro a nível de tecnologia, aerodinâmica e unidades motrizes, a percentagem de influência da pilotagem do piloto diminuiu um pouco. O piloto é ainda menos importante, na minha opinião”. As novas regras da F1 tinham como um dos objetivos, tornar os carros mais desafiantes de conduzir; quando confrontado com isto Alonso não concordou totalmente: “Sim e não. Se formos expressar o nosso estilo de condução sim, bem mais do que nos carros anteriores em que eras obrigado a preservar muita coisa. Este ano podes puxar mais pelo carro e usar um pouco mais o teu estilo de condução para maximizar a volta cronometrada.” Para finalizar, o antigo campeão do mundo apreciou os novos carros “Eles parecem muito bem, é uma forma também de pedir desculpa aos adeptos pelos carros dos últimos cinco ou seis anos”.
Rodrigo Fernandes











ESTA ARREPENDIDO DE TER SAIDO DA FERRARI……
Não, não está. Como o FA já disse muitas vezes em entrevistas, só estaria arrependido se a Ferrari estivesse melhor que a Mercedes: como isso não acontece, está muito bem na McLaren. Pelo menos foi isto que ele disse em duas ou três entrevistas. E conseguiu dizê-lo sem se rir. De facto, é muito melhor conduzir para uma equipa da metade inferior do pelotão do que para outra com potencial para ganhar corridas… Claro que estas afirmações não fazem sentido, mas os adeptos do FA devem encontrar muita lógica no que ele diz. Aliás, também importa dizer que ele não… Ler mais »
Mas ele não saiu, foi despedido. A meio da época já negociavam com o Vettel, quando o Alonso ainda tinha contrato com a Ferrari.
Este problema é fácil de resolver basta a FIA permitir uma unidade motriz com tanta potencia de maneira que os computadores não consigam controlar a aderência do carro (por exemplo nas épocas dos anos 80 os carros tinham um rácio peso potencia de 2cv/kg e muito pouca aderência por isso cabia ao piloto utilizar toda essa potencia de uma maneira racional) e assim o piloto volta a ser a parte mais importante de um carro de formula 1. Não estou a dizer que os formula 1 actuais não sejam rápidos suficiente mas com a tecnologia actual é possível criar algo… Ler mais »
Se o piloto fosse mais importante, provavelmente apanhavas de outros pilotos que nem pensas que te podem bater. Cuidado Alonso, pela boca morre o peixe…
concordo foi o que lhe aconteceu em 2007 quando o LH o bateu em pista