O limite orçamental continua a ser trabalhado e aprimorado, como seria de esperar, dada a complexidade do mesmo (na aplicação e na fiscalização) e por se tratar de um desporto dinâmico, que muda muito em pouco tempo. Assim, foi criada uma exceção ao limite orçamental, mas neste caso, com um objetivo bem definido.
Na sequência do apoio dos membros da FAC (Financial Advisory Committee – Comité Consultivo Financeiro) e da aprovação da Comissão para a F1, certos Custos de Iniciativas para a Sustentabilidade serão agora excluídos do Limite orçamental. Estas exclusões abrangem, entre outras coisas, os custos associados à instalação de infraestruturas sustentáveis, auditoria e monitorização da pegada de carbono dos Concorrentes, donativos a instituições de caridade empenhadas na promoção de projetos de sustentabilidade ambiental e programas de compensação de emissões carbono. A FAC continuará a aperfeiçoar este regulamento.
A ideia base é boa, mas veremos se esta exceção é usada pelas equipas para ganhar algum tipo de vantagem. No entanto, este era um passo necessário, se a F1 quer mesmo ser carbono-neutra em 2030. Sem este incentivo, o trabalho das equipas para a sustentabilidade ficaria em causa.











Ainda vamos ver além da redução do túnel de vento para quem fez um bom trabalho, classificando-se bem na tabela de construtores, também uma redução no dinheiro que podem gastar no ano seguinte. A ver se uma haas desta vida consegue ganhar a uma Red Bull ou a uma Ferrari. Mérito, que importa isso atualmente? Emoção e incerteza premiando a mediocridade não é bem melhor atualmente? Se não é, assim parece. Estes atos de gestão atual soam quase criminosos à história da F1, como reserva do pináculo automóvel onde a inovação e o que trazia até para os carros de… Ler mais »