Segundo o diretor desportivo da Mercedes, Toto Wolff, as equipas recusaram uma proposta da Liberty Media para se tornarem acionistas da Fórmula 1. Depois de se tornar na nova proprietária da F1 a Liberty queria que as equipas adquirissem 20% das ações da Formula One, a nova empresa que detém os direitos comerciais da modalidade.
As equipas recusaram, como confirmou Wolff à agência noticiosa alemã DPA. “Foi-nos feita uma proposta mas não aceitamos. Não é a altura certa e as condições e interesses dos acionistas vendedores, CVC Capital Partners, não estão alinhadas pelos interesses das equipas, que antes do mais têm a ver com a modalidade e a sua sustentabilidade”, explicou.
O principal ponto de dissonância é o facto de ao adquirem as ações as equipas não terem peso no rumo da disciplina, uma vez que não teriam direito a voto. O que no seu entender não faz qualquer sentido quando são protagonistas da F1. “Agora temos de trabalhar com a Liberty. Ela está ciente do facto de, junto com os pilotos, sermos parte essencial do espetáculo. Ao mesmo tempo ao fator de entretenimento e a competir com qualquer pessoa que tenha um vídeo no YouTube”, referenciou Toto Wolff.
Nuno Barreto Costa










