Um dos pontos que a Liberty Media tinha preconizado para tornar a Fórmula 1 mais atraente era convencer as equipas a tornarem-se também acionistas da modalidade, mas depois de inicialmente se terem mostrado recetivas à ideia parecem agora recuar.
A venda das ações às equipas ocorreria em termos muito favoráveis, apesar de não incluírem direto a voto. E esse ponto pode estar a contribuir para o desinteresse demonstrado, sendo que têm até ao final do mês para se decidirem.
“Honestamente não sei se vou comprar ações”, declarou esta semana Dietrich Mateschitz, dono da Red Bull Racing e da Toro Rosso, ao jornal austríaco Salzburger Nachrichten.
O colunista do Auto Motor und Sport Michael Schmidt também anota o “pouco interesse” das equipas em comprar ações manifestado na reunião do Grupo Estratégico e na Comissão de F1 da FIA realizada quarta-feira em Genéve. “Sem influência na direção futura e no marketing da fórmula adquirir ações não é muito atrativa para nós”, afirmou uma fonte ligada a uma das equipas de topo.
Nuno Barreto Costa










