A decisão de Daniel Ricciardo de ir para a McLaren foi surpreendente, mas não precipitada.
Os dias loucos de maio que levaram Carlos Sainz para a Ferrari e Daniel Ricciardo para a McLaren aconteceram a alta velocidade e tornaram-se, de certa forma, surpreendentes. Cyril Abiteboul chegou a afirmar que Ricciardo tinha sido pressionado a assinar, mas o australiano negou essa teoria.
“Ter muito tempo para pensar no futuro foi bom, mas às vezes não foi fácil, porque temos todo este tempo livre e não tem muita ação”, disse a Will Buxton durante uma entrevista no Instagram Live. “Isso foi certamente difícil. Este ano todo tem sido uma loucura. Tomar estas decisões, com apenas testes feitos este ano, não foi fácil. Com certeza, idealmente, deixaria correr um pouco a competição e então decidiria, mas não estamos num momento em que podemos ter esse luxo. Não foi fácil, mas ao mesmo tempo não foi uma decisão da noite para o dia.”













Não percebo todo este “debate” à volta da decisão do Riccardo em ir para a McLaren… até parece que ele saiu da Mercedes para a McLaren… tendo em conta o historial recente da Renault e McLaren, não vejo nenhuma mais valia na Renault em relação à McLaren, e ainda têm a chefia do Abiteboul…
Mesmo estando “mal”, a McLaren continua a ser uma equipa atractiva, tirando as top 3, é a melhor…
Concordo contigo… Seguramente dá um passo em frente ao contrário do que já vi escrito… A McLaren está melhor que a Renault os resultados comprovam isso e tem mais hipóteses de evoluir… Motores Mercedes e novo túnel de vento a ML tem muita hipóteses de continuar a evoluir e chegar-se mais á frente, estes fatores devem ter pesado na sua decisão e bem por outro lado não tinha melhor lugar… Como adepto da ML estou satisfeito apesar de ter gostado do trabalho do Sainz … Abiteboul outro disparate Ricci pressionado em troca de quê não faz sentido.
Teve todo o 2019 para pensar, viu o desastre desde dentro. Não acho assim tão surpreendente ter saído para a Mclaren. A Mclaren parece uma equipa bem mais estável mentalmente, especialmente no que toca às chefias.