Dave Robson, responsável da Williams pela performance dos monolugares, relembrou os seus tempos da McLaren e comparou George Russell a Lewis Hamilton.
Para o engenheiro da Williams, há muitas semelhanças entre o jovem da sua equipa e o heptacampeão da Mercedes:
“Penso que existem definitivamente algumas semelhanças”, disse Robson. “E elas foram óbvias desde a primeira vez que conheci o George e trabalhamos com ele no simulador em Grove. Depois subimos e fizemos algumas voltas com ele num aeródromo num carro de estrada. Mais uma vez, havia qualquer coisa. Havia lá qualquer coisa. Penso que o talento está lá. Penso que ele está muito próximo de Lewis e tem potencial para lá chegar. Com certeza”.
“É óbvio que não trabalho com ele [Hamilton] há alguns anos, mas é algo que ele sempre teve, penso eu”, disse Robson que chamou ao recente recorde das 100 poles de Hamilton um “feito fenomenal”.
“Há algo nele. Aquela qualidade especial que não se pode realmente definir. Isso era óbvio desde quando ele era apenas um miúdo e a McLaren o levou a fazer testes em Elvington [aeródromo, para um teste aerodinâmico em linha recta] – subindo e descendo a pista de aterragem. Estava aborrecido após 10 minutos. Enquanto a maioria dos miúdos, quando os levava para Elvington, ficavam felizes da vida por estarem num carro de F1 – embora estivessem apenas a fazer uma reta de uma pista de aterragem. Ele era diferente desde o início. Ele tem esse talento e essa tremenda atitude. Por isso, tira-lhe o chapéu. Ele é um piloto irritante de ter do outro lado da garagem, com certeza. Mas sim, ele é um talento fenomenal”.










