O chefe de equipa da Red Bull Racing, Christian Horner, afirmou que gostaria de ter dado uma oportunidade a António Félix da Costa na Fórmula 1.
Ao racefans.net, Horner revelou que “teria sido interessante ver o que o Da Costa poderia fazer num Fórmula 1. Mas, nunca se apresentou essa oportunidade. Não há nenhum arrependimento, porque os bons ascendem sempre ao topo”.
Félix da Costa em 2020 venceu o Campeonato da Fórmula E e também terminou as 24h de Le Mans na segunda posição da categoria LMP2. O português foi membro da academia de jovens pilotos da Red Bull, tendo em 2014 sido apontado a um lugar na Scuderia Toro Rosso, mas Daniil Kvyat foi escolhido nesse ano.












Cínico.
Se tivesse sido ele a decidir… mas não foi…
“porque os bons ascendem sempre ao topo”
QUE GRANDE TANGA
Mais valia estar calado.
Este ganhou mais pontos negativos.
Pois seria e pessoalmente acho que não se sairia mal, mas pronto já passou.
Apesar de quase toda a “bater” na Red Bull pela (má) gestão que fez da carreira do AFC (entre muitos outros…) também não posso deixa de pensar que se não tivesse existido esse apoio, muito provavelmente nesta altura estaria a disputar provas nacionais ou a fazer provas pontuais no estrangeiro, pois apoio de empresas nacionais a desportos que não o futebol são aquilo que se sabe: quase inexistentes…
Também podemos especular por que razão, sendo o AFC tão bom como dizem, nenhuma outra equipa procurou contratá-lo.
Claro, mas como também não lhe deram nenhuma oportunidade nunca vamos saber…
Não tendo entrado na Toro Rosso as hipóteses seriam numa equipa mais pequena. O problema é que essas pedem sempre ao pilotos que levem patrocínios e Portugal é como é. Um piloto que tenha feito a carreira com a RB até à porta da F1 normalmente não tem apoios porque não precisou deles anteriormente. Caso não entre fica um pouco “perdido”. O Filipe passou pelo mesmo, embora tenha saído por vontade própria e por ter percebido que a hipótese F1 com a ajuda da RB estava esgotada.
Quem disse? Lembro-me de ter lido que outras equipas o queriam, uma delas foi a Force India, com quem ele tinha feito o primeiro teste num F1, mas como não tinha patrocínios, nada feito.
É verdade… E aí está o problema. Sem o apoio da RB, mesmo havendo interesse da parte de outras equipas, o AFC não podia fazer nada, visto não ter patrocínios para conseguir “comprar” o lugar numa dessas equipas. Assim teve de aceitar o que a RB escolheu para ele que foi o DTM. Algo que não tem nada a ver para um jovem piloto de fórmulas. E não me venham dizer “ah mas vários pilotos tiveram lá sucesso e nos fórmulas”, sim, mas do avesso, começar no DTM e depois foram para fórmulas, não ao contrário e no início de… Ler mais »
Sem comentários!
Terão sido os rublos a fazer a diferença…
Os rublos e a existência de um GP na Rússia. Aliar o GP à presença de um piloto local, era ouro sobre azul e, talvez, esse facto tenha sido mais determinante que os rublos.
Acho que acima de tudo foi venderem muitas latinhas da Red Bull na Rússia.
Ai sim ????!!! Up Yours…
Sempre os €€€€€ à frente do talento!
Agora apetecia-e chamar uns quantos nomes a este senhor, e nenhum deles simpaticos.