Christian Horner admite que a Red Bull será “seletiva” em relação a potenciais parcerias comerciais no futuro, depois de terem desistido do negócio com a Porsche, que segundo o CEO da marca alemã, Oliver Blume, estaria fechado “com um aperto de mão”. Além do acordo com os germânicos, a parceria com a Honda está num impasse, depois dos japoneses terem deixado a Fórmula 1, mas mantendo um pé dentro da competição fornecendo as unidades motrizes a Milton Keynes e que foram depois “rebatizadas” como Red Bull Powertrains. Analisando os sucessos recentes daquela que, para todos os efeitos, é a sua unidade motriz, e ao rumo do regulamento para 2026, a Honda deu um passo atrás e voltou a reforçar os laços com a equipa austríaca até 2025, último ano da atual geração. No entanto, a Honda tem sido agora posta como hipótese para parceira da Andretti/Cadillac caso o projeto veja a “luz do dia”.
O conselheiro da Red Bull, Helmut Marko, revelou em setembro último que a rutura nas conversações com a Porsche suscitou o interesse de outras grandes marcas sobre a sua equipa.
Ainda assim, Horner revelou que a estrutura será “sempre seletiva em relação aos parceiros com quem vamos querer trabalhar”, numa entrevista ao RacingNews365.com. Acrescentou ainda que “há um compromisso do grupo com o motor até 203. Assumimos esse compromisso, e qualquer pessoa com quem trabalhemos terá de estar lá por mérito e porque é o mais adequado, tanto técnica como comercialmente”.
O responsável da equipa explicou que qualquer novo parceiro “tem de complementar a marca Red Bull. Tem de complementar o negócio das unidades motrizes, são o pré-requisito para qualquer potencial parceria”, concluiu.












