O chefe de equipa da Red Bull Racing, Christian Horner, disse na sexta-feira que uma forma de reduzir custos era o das equipas de topo venderem os seus carros (por completo) às outras equipas. Assim sendo, por exemplo, a Haas iria correr com o Ferrari de 2020 na próxima temporada. Esta ideia não caiu muito bem com o chefe de equipa da Haas, Guenther Steiner.
“Esse plano não é muito relevante agora, porque todas as equipas já encontraram uma forma de trabalhar. Para ser honesto, não precisamos de dinheiro extra, mas queremos que as equipas de topo trabalhem com um orçamento menor. Assim, podemos ser mais competitivos.”
“Com esse plano ficaríamos a ser equipas clientes e as equipas maiores poderiam manipular a nossa performance, pois também estaríamos a pilotar um carro antigo. Ficariam sempre à nossa frente. Com o teto orçamental, continuamos a não gastar tanto como as equipas grandes, mas estamos mais perto.”










Concordo com o Steiner.
…”há” nossa frente…?
Perfeitamente de acordo com o Alemão. O que realmente faz sentido é as equipas pequenas terem a oportunidade de lutar com as grandes de igual para igual, ou quase. Lembro-me bem de uma pequena equipa de nome Leyton House, em 1990 ter causado sensação ao terminar o GP de França no 2º lugar com o piloto transalpino Ivan Capelli, a apenas 8 seg do Alain Prost que ganhou a corrida num Ferrari. Além disso, na corrida não aconteceram incidentes suficientes que tivessem promovido esta modesta equipa ao 2º lugar final. Simplesmente foram melhores que todos os outros, à exceção do… Ler mais »
O medo de que o tecto orçamental traga mais concorrência foi o que fez CHRISTIAN HORNER falar desta forma
Concordo. Além que a Haas e a Racing Point já copiam os monolugares de qualquer maneira, por isso ia dar ao mesmo.