Niki Lauda tem estado ausente das pistas desde meio da época passada, na altura em que teve um problema de saúde. A recuperação do mítico ex-piloto austríaco decorre de forma positiva, mas a sua presença nas pistas não é esperada para breve.
Christian Horner acredita que a falta de Lauda será sentida, e que a sua ausência torna a Mercedes mais fraca:
“Olhando de fora, a ausência de Niki é sentida “, disse Horner ao Daily Mail. “A sua falta seria mais sentida se fosse uma disputa mais dura pelo título. Ele estava lá como uma espécie de muleta para Toto (Wolff) se apoiar. A equipa ficará mais fraca sem o envolvimento directo de Niki.”, disse Horner sobre Lauda, a lenda da F1 e presidente não executivo da Mercedes.
Outra das pessoas de que Horner sente falta é de Bernie Ecclestone, o homem que guiou os destinos da F1 até há bem pouco tempo, sempre num estilo muito pessoal e por vezes controverso:
“Chase [Carey] tem uma tarefa semelhante à de Theresa May com o Brexit – nenhum acordo vai agradar a todos e o tempo vai-se esgotando”, disse Horner.
“Bernie era um ditador e, em alguns aspectos, é o que este desporto precisa”.
“Talvez um dia ele compre a F1 de volta”, disse Horner. “Ele ainda está em boa forma. Ele está perto das equipas, dos promotores, dos governos. A Liberty abordou as áreas em que ele era fraco – tecnologias e media digital. Mas, em termos de negociação de um acordo, não há pessoa melhor do que Bernard Charles.”










