É mais do que natural que o desfecho final seja nova ligação da Red Bull com a Renault e depois de muita troca de palavras na altura da separação, antes da ligação da Red Bull à Honda agora é tempo de fazer o caminho inverso e começar a ‘purificar’ o ambiente que deverá levar a novo casamento. Nova ligação da Red Bull à Renault parece pouco menos que inevitável, ainda que exista uma nova possibilidade, que passa por assumir a propriedade intelectual do motor da Honda, renomeá-lo e ‘levá-lo’ para Milton-Keynes.
Há também rumores de que a Volkswagen ou uma das suas marcas – nomeadamente a Porsche – poderia substituir a Honda. Horner duvida disso: “Os custos para um novo fabricante com os regulamentos atuais são demasiado elevados. Portanto, não haverá um novo fabricante até que um novo motor, possivelmente 2026, chegue ao mercado.
Sem que a Mercedes e a Ferrari sejam alternativas realistas, Horner disse à Servus TV que uma reunião com a Renault pode não ser uma má notícia: “A Renault mudou desde que nos separámos. O novo CEO proporcionou uma lufada de ar fresco e mudanças. Eles estão a avançar”.
Isto tem duas leituras. Pode ser “música para entreter” caso a vontade da Red Bull seja ficar com o motor Honda, renomeá-lo e trabalhá-lo em ‘casa’. Mas a Renault é sem dúvida a mais forte possibilidade e daí as declarações agora feitas por Horner: “Naturalmente, estamos a manter as nossas opções em aberto. Para nós é importante que tenhamos poder suficiente para podermos desafiar a Mercedes nos próximos anos”, disse.











