Os organizadores do Grande Prémio da China de Fórmula 1 querem que este não seja o último em que a prova se realize em Xangai.
A corrida tem lugar a 9 de abril, e é o último evento nos termos do atual contrato dos promotores da prova com a disciplina máxima do automobilismo.
Não obstante a Juss Event Management – organizadora da corrida chinesa – ter já declarado que acreditava ser possível um novo contrato, nada foi feito para apressar a sua concretização.
Com a Liberty Media assumir os destinos da F1, crescem as dúvidas sobre o futuro da prova de Xangai. Isto apesar do governo local já ter tornado claro que a corrida faz parte dos planos para promover o crescimento daquela região, considerada como o ‘coração’ financeiro da China.
De acordo com esse plano, a prova estaria entre vários eventos desportivos a preservar, como o ténis, ‘meeting’ de atletismo, maratona, concurso hípico, ciclismo ou snooker.
Chase Carey, que substituiu Bernice Ecclestone como novo CEO da F1, disse recentemente que a Ásia era um importante mercado, tal como são os das Américas, pois tratam-se “de importantes áreas de crescimento”.










