Com entrada da Libery Media na gestão da Fórmula 1 tem surgido algumas notícias sobre a possibilidade do formato dos fins de semana de Grandes Prémios poderem vir a ser alterados nomeadamente através da introdução de duas corridas durante o fim de semana.
Atual presidente da Federação Internacional do Automóvel, Jean Todt, não vê com bons olhos esta hipotética alteração. “Temos de encontrar uma solução que seja mesmo um progresso. Estamos a estudar todas as alternativas, mas a questão é simples. Ainda não conseguimos encontrar uma solução que seja melhor do que o atual formato”, confessou o executivo francês.










Quando foi inventado, o Grande Prémio era uma prova de endurance feita em sprint, com um percurso “citadino” que era suposto ser enorme. Isto antes dos anos 50. Devido aos acidentes foram criados os autódromos, e após o “recomeço” da F1 no pós-guerra as provas eram feitas nos mesmos.
Aquilo que vejo como viável será aumentar a distância do GP, fazendo jus ao nome…
Na minha opinião, um GP, já é duro o suficiente para o piloto!
Acho que o limite de 2 horas foi colocado em 1967 quando um piloto teve um acidente fatal no Mónaco. Na altura o GP do Mónaco tinha 100 voltas (actualmente são 78) e diz-se que o motivo do acidente foi cansaço.
Mas com a segurança que existe hoje, acho que podiam alargar mais 30 minutos, não ia fazer mal nenhum.
Basta ver o ar com que eles hoje saem do F1 no final da corrida, a comparar com os dos antigos, mesmo que a condição física seja tratada de forma especializada. Concordo que não teria grande problema. Apesar disso acredito que este ano passe a haver mais sinal de cansaço no final dos GPs.