A investigação oficial do acidente de Charles Leclerc no Grande Prémio da Bélgica concluiu que o halo foi crucial na prevenção de ferimentos no piloto da Sauber.
O halo foi muito criticado pela sua estética e chegou a ser testado outro dispositivo, o Aeroscreen, que, segundo Charlie Whiting, não teria sido tão efetivo como foi o halo, pelo menos neste caso.
“O que nós vimos com o acidente em Spa é que o dispositivo testado pela Indy, provavelmente, não teria sido efetivo, ele ofereceria aproximadamente 10% da proteção que o halo oferece”, explicou Whiting.
Para ajudar a nível estético, está a ser preparada uma ‘segunda geração’ para o halo, a ser introduzida nos monolugares de 2021, segundo foi revelado por Adam Baker, diretor de segurança da FIA.








