A bandeira branca e preta que serve como aviso único para um piloto que tenha tido um comportamento antidesportivo está de volta.
Não era uma bandeira muito usada e Charlie Whiting era mais adepto da comunicação rádio para avisar de condutas menos apropriadas. Michael Masi voltou a “pegar” na bandeira branca e preta que a partir do GP da Bélgica será usada como “cartão amarelo” para situações de abuso do limite de pista e mudança de trajectória em zona de travagem.
Em Spa, a terceira passagem pela escapatória do Radillon dava direito à mostragem da bandeira, assim como as mudanças de trajectória em travagem. Apenas Pierre Gasly viu o “aviso” por ter abusado na defesa da sua posição.
“A bandeira branca e preta, uma bandeira de comportamento antidesportivo, é algo que não era usado desde 2010, aparentemente “, disse Masi quando questionado pela autosport.com.
“Mas uma das discussões que estão em andamento com os directores é o regresso do seu uso. Portanto, uma das razões pelas quais eu não a usei até agora foi para tentar descobrir o motivo pelo qual ela deixou de ser usada, e ninguém conseguiu apresentar um motivo válido. É uma das bandeiras que existe no código, e todos os directores desportivos e todos os pilotos apoiam o seu uso. É efectivamente a versão automobilística do cartão amarelo”.
Masi deixou claro para os pilotos em Spa que uma ofensa repetida após uma bandeira de advertência iria para os comissários, potencialmente provocando uma penalização.
“Se usarmos o exemplo deste fim de semana, se a bandeira tivesse sido mostrada por exceder os limites da pista na curva 4 [Radillon] três vezes, e se voltasse a acontecer não seria mostrada segunda vez e o incidente iria para os comissários como violação das regras. “
Outras das situações que está a preocupar alguns pilotos é o ritmo demasiado lento antes das voltas de qualificação. A procura pelo melhor lugar e pelo cone de aspiração faz que alguns pilotos reduzam a velocidade de forma significativa, o que pode tornar-se perigoso. Masi refere que a situação está a ser avaliada, mas ainda não atingiu proporções que mereçam uma acção mais concreta.









