Foi uma das grandes surpresas do ano passado. Fernando Alonso, que regressou à casa onde tinha sido campeão, abandonou o projeto a meio para se juntar à Aston Martin. Em boa hora, dirão os fãs do piloto espanhol. Mas bastou um telefonema para mudar tudo.
Fernando Alonso contou como se deu o primeiro contacto para a mudança e fica no ar a facilidade com que o asturiano mudou de ideias:
“Recebi um telefonema do Lawrence a perguntar-me se já estava comprometido com a Alpine”, disse Alonso, citado pelo New York Times. “Eu disse que ainda não. As minhas conversas com a Alpine estavam bastante avançadas, mas eu não tinha nada no papel. Ele disse: “Se eu te enviar algo em papel hoje, vais considerar a hipótese. Ele enviou-o, eu fiquei contente e, como não tinha nada do outro lado, foi uma decisão fácil. Tudo foi mais rápido graças a essa relação ao longo dos anos”.
Numa entrevista, Stroll disse que estava determinado a contratar Alonso por várias razões. “Ele é claramente um dos melhores pilotos de sempre na Fórmula 1 e a sua motivação nunca foi tão elevada. Quando falei com ele, disse: ‘Ouve, eu posso trazer algo a esta equipa nos meus últimos anos em que vou pilotar e espero ter algum tipo de papel na Aston Martin durante muitos anos depois de deixar a competição’. Quando ele disse isto, não precisei de ser muito convencido”.











Então…mas… não foi o Briatore que aconselhou o Alonso a ir para a Aston Martin? Vi isso algures, não me perguntem onde, porque são tantos os sites que visito, entre credíveis e não credíveis (estes só para me rir um bocadinho), que é impossível lembrar-me onde.
Afinal, foi mesmo no Autosport que li…
Uma coisa não invalida a outra. A chamada do dono da equipa pode ter-se seguido ao conselho e tudo junto levou à decisão final.
Não é isso que eu depreendo das palavras do Alonso.