A Williams também deu início a uma nova era em 2023. Com a entrada de James Vowles, vindo da Mercedes para assumir pela primeira vez a liderança de uma equipa, a Williams disse adeus ao reinado de Jost Capito, que foi, mais uma vez, curto (como tinha sido na McLaren) e sem grandes motivos de destaque. Também o agora ex-diretor técnico da equipa, François-Xavier Demaison, foi dispensado, depois de não ter mostrado capacidade para aproveitar a nova era para catapultar a Williams para uma nova era. O arranque da época foi assim morno, mais focado na chegada de Vowles que, por sua vez, teria de definir um novo rumo à equipa. As prestações em pista não surpreenderam, com a chegada de Logan Sargeant, um rookie que tem muito a evoluir para ser competitivo na F1. Mas Alex Albon manteve a bitola do ano passado e foi fazendo excelentes exibições que colocar a Williams perto dos pontos e, ocasionalmente, no top 10. Albon pontuou apenas três vezes, mas já tem 11 pontos, o que coloca a equipa no sétimo lugar, à frente da Haas e da Alpha Tauri. A Williams está ainda longe do que pretende, mas Vowles parece ter ideias interessantes e a sua entrada trouxe algumas melhorias ténues. A direção técnica já tem dono, um capítulo que demorou a ser fechado (Pat Fry foi a escolha, ele que fez um bom trabalho na reestruturação da McLaren) e agora é ver se a equipa consegue aproveitar as hipóteses que terá para pontuar. Das equipas do fundo da tabela é aquela que parece mais forte de um ponto de vista estrutural nesta fase.
Posição – 7º
Vitórias – 0
Pódios – 0
Poles – 0
Pontos – 11










