Com um novo companheiro de equipa, mais capaz do que Nikita Mazepin, Mick Schumacher tinha mais pressão sobre ele. Era a segunda época na Fórmula 1, deixando para trás o ano em que alguns momentos menos felizes são desculpáveis, e passou a ter Kevin Magnussen do outro lado da garagem, que abriu o ano com um resultado fantástico para uma equipa que tentava escapar aos últimos lugares e apostou fortemente na época de 2022.
Schumacher tremeu e isso deu argumentos à Haas para aumentar a pressão sobre o piloto. Os acidentes na Arábia Saudita e no Mónaco foram dispendiosos para a estrutura e pediu-se mais ao alemão. Ficou desde cedo com a certeza que o seu lugar estava em risco, uma situação muito diferente da do ano passado. Ainda tentou responder, mas acabou por ficar a saber na quarta-feira antes do último Grande Prémio do ano que não teria futuro na Haas. Só pontuou por duas vezes em 22 provas, muito pouco para uma equipa que precisava de pontos como de pão para a boca.
Nota: 3









