Na primeira reunião da Comissão da Fórmula 1 em 2024 ficou decidido que cada um dos 20 concorrentes do pelotão da Fórmula 1 poderá utilizar quatro unidades motrizes, em vez de três que estavam previstas no regulamento, durante as temporadas de 2024 e 2025, sem que estes sejam penalizados. Enrico Gualtieri, o responsável da Ferrari pela área de motores, esclareceu que a alteração não era esperada, preparando-se a equipa para poder trabalhar apenas com 3 unidades.
A Comissão de F1 reuniu-se pela primeira vez este ano na sede da Fórmula 1 em Londres, ainda nos primeiros dias deste mês, para discutir uma série de assuntos, mas o tema das unidades motrizes não seria uma prioridade. “Foram três [motores] até o último minuto”, disse Gualtieri à imprensa. “Estávamos obviamente preparados para enfrentar a época com estas condições. Houve esta proposta na última Comissão da F1 e, finalmente, penso que houve um amplo acordo para conseguir quatro [unidades motrizes para 2024 e 2025]”.
O responsável pelo departamento das unidades motrizes italianas sublinhou que “no caso de quatro e no caso de três, a nossa abordagem não teria mudado muito”, uma vez que “teria sido sempre um desafio manter o nível máximo de desempenho, era para isso que nos estávamos a preparar”. Enrico Gualtieri explicou ainda que, apesar da abordagem da Ferrari não mudar, “o esforço e o desafio que cada unidade teria de enfrentar seria maior, porque é certo que é uma questão de quilometragem e é uma questão de uma unidade a mais”.











