A Aston Martin não conseguiu, para já, espelhar os resultados que conseguiram em épocas anteriores, com as designações Force India e Racing Point. Normalmente, com poucos recursos, a equipa apresentava um bom carro que surpreendia no início da época, tendo depois algumas dificuldades, quando os adversários, com mais meios, desenvolviam os seus monolugares. Tom McCullough, diretor de performance da Aston Martin, confirmou que este ano a equipa teve de sofrer vários desenvolvimentos para conseguir perseguir os adversários diretos.
“Foi, e é, um processo mais ou menos interminável de desenvolvimento contínuo, e, como resultado, não há quase nenhuma parte visível externamente do nosso carro que não tenha sido melhorada, de alguma forma, entre o Bahrein e Silverstone. (…) Está a funcionar. Sabemos que o nosso carro ainda não é o mais rápido, mas está agora mais próximo em desempenho, dos carros dos nossos principais adversários do que estava no início da época, e isso é o resultado de um programa cuidadosamente gerido de avanço aerodinâmico, que envolveu, necessariamente, tentativa e erro, mas que também produziu resultados reais.”
Como seria de esperar, a Aston Martin vai colocar todas as suas fichas no desenvolvimento do carro do próximo ano, não sendo a única equipa a tomar esta decisão.
“Contudo, como quase todas as equipas, após a pausa de verão vamos transferir esse esforço e recursos para a tarefa de tornar o nosso carro de 2022 tão competitivo quanto possível.”












