F1: As origens da Mercedes
Por Fábio Mendes a 28 Fevereiro 2021 16:44
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jo baue
28 Fevereiro, 2021 at 23:20
Mais um belo vídeo-propaganda da FIA de braço dado com a mercedes, revelando uma excelente capacidade de comunicação, mas, previsivelmente, a branquear a história. Junte-se este outro vídeo infra, atente-se nas datas, e percebe-se perfeitamente o porquê do domínio embaraçoso dos germânicos nesta actual f1. Reparem, quando os outros estavam fixados nos V8, já eles estavam a estudar a PU do futuro na Fórmula1. E gente desta estirpe é inalcançável, não em termos de capacidade, mas quanto a estruração e programação do futuro. E depois se existe uma Federação que cria a regualmentação precisamente como tu a queres… para os outros já acabou tudo antes de começar.
Ou seja, enquanto os adversários estavam fixados em vencer os campeonatos de 2009 até ao de 2013 , na mercedes estavam a altamente a marimbar-se pois estavam já a desenvolver o motor e a escrever o regulamento, através do Ross Brawn, com que se correria em 2014.
Tipicamente germanicos, aliás. Basta comparar com a epopeia da audi em le Mans e a sua relação com o ACO, com o projecto deles a chegar no fim dos anos 90 através da jogada desse organizador francês em encontrar um regulamento técnico onde convergisse, equiparasse os Turismo, Coupé e as barchetta. Foi assim que a audi decidiu participar com 2 carros , uma barchetta, o R8R, e um Coupé. Este foi o início, e de seguida da parte do Aco para os contentar sobretudo em termos comerciais , houve algumas revoluçoes como a possibilidade de introduzir um programa Diesel, ótimo para a imagem das séries estradais da audi; e depois já se sabe, o domínio foi garantido e reforçado com a penalização dos veículos a gasolina, maior pressão do turbo, maior largura, etc. Concluindo, audi e mercedes tiveram pontos comuns, como o domínio programado com larga antecedencia, a federação a actuar em linha com eles, políticas desportiva e regulamentar extraordinariamente favorável a eles (sempre com a preocupação de castrar a concorrencia ) em detrimento de outras tecnologias, a quererem fazer crer que o motor diesel era o futuro, o que se revelou obviamente uma impostura, tal como na presnte era mercedes do híbrido
Esta era, é e será sempre a cultura “desportiva” deles.
E ós depois , como disse recentemente o Haas: “a mercedes conseguiu matar a F1, qual é o espectador que quer ir ver uma corrida da qual já se sabe quem é o vencedor?”
jo baue
28 Fevereiro, 2021 at 23:20
https://www.youtube.com/watch?v=XBZZ9lOsj9Y&feature=emb_logo
( no texto em cima: maior cilindrada e maior pressão do turbo)