A entrada da Cadillac na Fórmula 1 em 2026 eleva o número de carros na grelha para 22, obrigando a um ligeiro ajuste no formato da qualificação. A estrutura mantém-se fiel ao modelo de três fases eliminatórias, mas a linha de corte foi adaptada para acomodar os dois novos monolugares.
O sistema continua dividido em Q1, Q2 e Q3, preservando a luta final entre dez pilotos pela pole position. Contudo, com 22 carros elegíveis, passam agora a ser eliminados seis pilotos no final da Q1 e outros seis no final da Q2.
A Q1 terá 18 minutos e contará com os 22 pilotos; os seis mais lentos ocuparão as posições 17 a 22 da grelha. Segue-se a Q2, com duração de 15 minutos, onde os seis mais lentos entre os 16 restantes ficarão com as posições 11 a 16. A Q3 mantém-se inalterada: 12 minutos para decidir as dez primeiras posições da grelha.
O mesmo princípio aplica-se à qualificação sprint, disputada em seis fins-de-semana do calendário. Também aí seis pilotos serão eliminados na SQ1 e outros seis na SQ2, mantendo-se dez carros na fase decisiva. As sessões serão mais curtas — 12, 10 e 8 minutos, respetivamente — e, em condições secas, a SQ1 e a SQ2 obrigam à utilização de pneus médios novos, enquanto a SQ3 será disputada com pneus macios.
Apesar do aumento do número de participantes, a Fórmula 1 optou por não reformular o formato. A essência mantém-se: apenas os dez mais rápidos discutem a pole position, garantindo continuidade e simplicidade num modelo já consolidado.










