Uma das principais mudanças na Fórmula 1 para 2018 é a redução do número de motores que cada equipa pode utilizar sem receber penalizações. Caso algum piloto use mais do que três motores de combustão interna, MGU-H ou turbos será penalizado em posições na grelha de partida- em 2017, este número era de quatro. Segundo Andy Cowell, chefe da High Performance Powertrains, que produz os motores da Mercedes, não será necessário muito trabalho para adaptar ao novo regulamento.
“A mudança para três motores significa que é preciso fazer sete corridas com cada unidade de potência, ao invés de cinco. É um passo à frente razoável, mas, nos últimos 10 anos, todos os engenheiros de motor tiveram de aumentar progressivamente a vida útil de tudo em que estivessem a trabalhar, portanto não é uma ciência nova, é apenas um número diferente. Nós tínhamos motores para a qualificação quando eles eram permitidos, mas acharam que era ridículo ter um motor para a qualificação e outro para a corrida, será a mesma especificação para o fim de semana inteiro. Este é o ponto em que é preciso equilibrar a performance na qualificação e durabilidade na corrida. Depois, passamos para dois finais de semana, oito motores por piloto e cinco unidades de potência por piloto, porque o KERS era completamente livre, e tudo é feito pelo custo”, comentou Cowell ao site do Autosport britânico.









