Numa altura em que vemos o interesse de equipas e marcas na F1 a crescer, Andreas Seidl afirmou que a competição devia ter entre 10 a 12 equipas e que a partilha de partes entre equipa deveria ser mais limitada. Numa altura em que as relações entre equipas grandes e pequenas são agora mais próximas com a partilha de vários componentes, o diretor da McLaren gostava de ver essa transferência reduzida a apenas alguns componentes específicos:
“Do nosso ponto de vista, a F1 deve ser um campeonato de 10, 11 ou 12 equipas a competir onde as únicas coisas que devem ser autorizadas a partilhar são as unidades motrizes e as caixas de velocidades. Tudo o resto, deveria ser feito pela própria equipa. Porque sabemos que assim que se vai mais longe, há definitivamente uma mudança ou transferência de desenhos que é relevante para o desempenho do carro, e a F1 não deveria ser assim”.
Seidl também disse que a equipa estava em diálogo com a FIA sobre o assunto.
“É por isso que estamos a abordar continuamente este tópico juntamente com outras equipas que têm as mesmas preocupações. É por isso que também temos o diálogo com a FIA. E espero que a dada altura, tomemos medidas. Porque aceitamos também que o policiamento de onde está exatamente o limite da partilha é um desafio difícil e é aí que a forma mais eficaz e simples de avançar é ter limites claros do que pode ser partilhado”.











