Andrea Stella, diretor de equipa da McLaren, destacou o forte início da Mercedes nos primeiros testes de pré-temporada de 2026 em Barcelona, sublinhando que a formação de Brackley elevou o nível competitivo num arranque marcado por grandes mudanças regulamentares na Fórmula 1.
Durante os testes de Barcelona, o W17, impressionou os rivais pela fiabilidade e consistência. Embora Ferrari e Red Bull também tenham realizado um programa sólido, Stella considerou que a Mercedes se evidenciou particularmente.
O responsável da McLaren salientou, contudo, que qualquer avaliação nesta fase é condicionada pela falta de informação sobre cargas de combustível, programas de trabalho e pelas condições ambientais atípicas. Ainda assim, apontou Mercedes, Ferrari e Red Bull como as equipas que melhor começaram a nova era técnica.
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Andrea Stella, citado pela RaceFans, afirmou:
“É obviamente muito difícil fazer uma avaliação objetiva, porque não conhecemos os programas de trabalho das outras equipas, os níveis de combustível ou os horários. Além disso, as condições ambientais foram bastante diferentes das que normalmente encontramos nos fins de semana de corrida. Dito isto, é claro que há pelo menos três concorrentes – Mercedes, Ferrari e Red Bull – que começaram bem. Em particular, a equipa de Brackley elevou claramente a fasquia e teremos de trabalhar muito para fazer o mesmo.”
“O facto de as três equipas que referi estarem equipadas com três unidades motrizes diferentes é um primeiro indício de que poderá não haver diferenças extremamente marcadas em termos de desempenho absoluto, pelo menos no que diz respeito a alguns dos fornecedores.”
A special day for the team, seeing our MCL40 rollout for the first time 🥹#McLarenF1 | #F1 🧡 pic.twitter.com/ck4Lg8C4TH
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Do lado da McLaren, o MCL40 só entrou em ação no terceiro dia do teste, o que limitou o número total de voltas, mas o italiano considerou o balanço positivo. Apesar dos problemas iniciais, a equipa conseguiu recolher dados relevantes e acelerar o processo de aprendizagem do novo carro, tanto em pista como na fábrica de Woking.
“Foram três dias muito úteis. Conseguimos recolher uma grande quantidade de dados e começar a perceber como a nova geração de monolugares se comporta realmente em pista e já não apenas nos simuladores. Sabíamos que, ao levar a fase de conceção ao limite, chegaríamos a este shakedown muito apertados em termos de preparação, mas graças ao trabalho feito na pista e em Woking conseguimos recuperar quase todo o tempo perdido: foi um pouco como construir um avião enquanto está a voar, mas conseguimos fazê-lo.”










